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Jânio César é um brasileiro amante das artes. Nasceu no dia 28 de fevereiro em Porto Alegre e cresceu e criou-se na capital do Ceará, estado que retem suas raízes familiares e culturais. Estudante do curso de Licenciatura em Teatro do IFCE, trabalha desenvolvendo atividades ligadas ao mundo das artes cênicas, mas define-se profissionalmente, em primeira instância, como poeta das virtudes e dos lamentos da vida. Em 2012 ganhou o Prêmio Literário Juvenal Galeno vinculado a Secretaria de Educação de Fortaleza, em razão do seu livro Três Pontos, conforme Diário Oficial do Município de Fortaleza, 23 de novembro de 2012 pág 25. Conheça um pouco de sua produção escrita dividida nas categorias: Poemas, Pequenos Contos, Contos e Pensamento.




ÍNDICE:

PRIMEIRO OLHAR
SEGUNDO OLHAR

I ATO

E quando eu falo do amor, do tempo, do vento, percebo! É necessário reinventar a vida.


ONDE ESTÁ LARRY TATE?    (Prosa Poética)
IGUATEMI    (Poema)
RISCO DO VENTRE    (Poema)
TRÊS PONTOS    (Poema)
O CONVITE    (Poema)
ELA É DO CARIRÍ    (Poema)
DO VERSO A PROSA    (Poema)
PRIMEIRO PONTO    (Olhar Poético) 

I ATO - CONCLUSÃO:
Sim, eu ainda acredito no amor incondicional, sei que existe, mas não é de hoje que está perdido, não foi agora que ficou extinto. Foi esquecido e vulgarmente trocado pelos interesses, substituído por uma duvidosa ideia de sentimento.


II ATO
Outro dia, enquanto sonhava, fiz algo que queria muito. E de tão real o sonho, vi o tamanho da minha loucura.

TERÇA JOSÉ-MARIA FEIRA    (Prosa Poética)
ORGULHOSA    (Poema)
O LEÃO E A FLORESTA    (Poema)
DEIXA ELA PASSAR...    (Poema)
A CAMISA E O CABIDE    (Poema)
TELA E FOLHA EM BRANCO, ADUBO DE MIM    (Poema)
REFLUXO    (Poema)
SEGUNDO PONTO    (Olhar Poético)

II ATO - CONCLUSÃO
Hoje a noite vou colocar minhas velhas asas nas costas para viajar pelos sonhos inventados. Vou fazer uma parada no teu abraço, seguir pelo teu carinho, beber da fonte que nos achamos, juntar os pedaços que você me deu e pendurar nas estrelas. Ver tudo que fantasiei na minha cabeça e que só nela ficou. Revirar todo o sonho e beber do teu veneno depois.


III ATO
Quero usar esta última inspiração antes que o desejo se vá e meus pensamentos fiquem mudos e frios, sem saber o doce sabor das palavras.

O ÚLTIMO DUQUE DE CAXIAS    (Prosa Poética)
SE FERROU!    (Poema)
A PROSTITUTA DO AMOR    (Poema)
OITO DE PAUS    (Poema)
O CAVERNOSO    (Poema)
10 CENTAVOS PAGA    (Poema)
ADÃO    (Poema)
CORRENTES    (Poema)
MARIA DAS DORES    (Poema)
TERCEIRO PONTO    (Olhar Poético)

III ATO - CONCLUSÃO
Houve um tempo em que as pessoas se respondiam, mesmo quando não se correspondiam. O mais estranho diálogo é sem dúvida o mudo e frio. O silêncio só fala por aquele que não arrisca suas palavras para não ter que justificá-las.

TERCEIRO OLHAR


CONTOS

APENAS BOAS HISTÓRIAS FAZEM PRAÇA    (Conto)
SUCESSO É OUTRA COISA    (Conto)
VITÓRIA CORTEZ    (Conto)
MIL SÓIS    (Conto)
ELA DISSE AMÉM    (Conto)